É a promessa de vida no teu coraçao
Estoy de poco escribir en el blog. La verdad que no sé que contar, y no porque no me pase nada sino quizá porque lo que me pasa es demasiado personal. Ni siquiera la canción de los viernes me apetecía y eso que pensé que debería dedicársela a un amigo de cumple.
Y va y él deja en su blog una de esas canciones brasileñas que tanto nos gustan a los dos. Pues sí, es Paco Sánchez desde Brasil hablándonos de las lluvias de marzo que cantan Elis Regina y Tom Jobim y nada más apropiado para cantar aquí, con esta lluvia que no deja de caer, que refresca el campo y trae el aroma de la tierra mojada.
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba no campo, é o nó da madeira
Caingá candeia, é o matita-pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mao, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto um desgosto, é um pouco sozinho
É um estepe, é um prego, é uma conta, é um conto
É um pingo pingando, é uma conta, é um ponto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manha, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
Gracias por el regalo.




Anímate, Amalia.
Besos, muchos besos. (Jo, venga, anímate mujer. Que para eso estamos los amigos virtuales. Reitero lo de los besos. Que sean, por esta vez, especialmente para tí. )
“…É um belo horizonte, é uma febre terça…”