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Não sou nada

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Tabacaria de Alvaro de Campos (Fernando Pessoa)

5 comentarios a Não sou nada

  • pau

    Que versos tao grandes, Amália. Foi ver o “Nao sou nada” no título da entrada e escutar bater o coraçao. Pessoa. Pessoa. Pessoa. Acho que o meu favorito é de Ricardo Reis. Mas Tabacaria… Pessoa! Obrigada Amália. Beijinhos.

  • pau

    Deixei um comentário que saiu voando! Tanto faz, dizia qualquer coisa assim como Pessoa! Obrigada Amália pelo Pessoa. Conheces Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio… de Ricardo Reis? é ôtimo! beijinhos.

  • Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio.
    Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
    Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
    (Enlacemos as mãos.)

    Gracias por recordármela! Beijinhos

  • xurxo

    … nada máis que un soñador.

  • Pau, te lo cogió como spam.Ahí está! Hay versos que valen todo, que alertan la sensibilidad y esos cuatro de arriba, como muchos otros de pessoa, son únicos,irrepetibles, ahondan en el corazón sin querer y ahí se quedan.
    Xurxo, …nada menos.
    besos

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